A história do filme Horror em Amityville realmente aconteceu!

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Ou, pelo menos, algo muito, mas muito parecido. De tão parecido que as pessoas acreditam que o filme foi inspirado na tragédia que aconteceu na casa número 112 da Avenida Ocean.

O lugar, ainda hoje, recebe visitas de fãs do filme que vão até lá para ver – de perto – o lugar que originou um dos melhores longas do gênero de horror, de toda a história do cinema.

Ficou intrigado? Acompanhe nas linhas abaixo a incrível história da Avenida Ocean 112, e nos diga se, de fato, não é muito semelhante ao que é retratado no filme “Horror em Amityville”.

Avenida Ocean 112

Tudo começou em 1965, quando a família DeFeo comprou uma grande casa na Avenida Ocean, por um preço bem abaixo do mercado, na esperança de criar ali uma convivência feliz e duradoura.

Dentre os cinco filhos dos DeFeo, Ronald “Butch” Júnior era o mais velho de todos e, infelizmente, o mais problemático também. Ao longo de sua vida, já havia se envolvido com drogas e, até mesmo, pequenos furtos para manter o vício.

Devido ao seu mau comportamento, o jovem não tinha uma relação fácil com seu pai (Sr. Ronald DeFeo), e as brigas entre eles por causa dos tóxicos e das constantes prisões de Butch eram muito comuns.

Porém, mesmo com todas as brigas, a família viveu tranquila, na medida do possível, por quase uma década na casa, até que no dia 13 de novembro de 1974, as coisas mudaram de curso.

A tragédia da Avenida Ocean 112

Neste dia, Butch resolveu matar todos os membros de sua família e assim o fez: O rapaz pegou uma antiga carabina e atirou duas vezes contra seus pais. Logo em seguida, foi ao quarto de um dos irmãos e disparou mais duas vezes contra ele, também.

Por fim, o jovem acabou por assassinar as outras duas irmãs também, seguindo o mesmo método.

O que torna tudo muito intrigante é o fato de que ele fez isso enquanto todo mundo estava dormindo. Como ninguém acordou, logo após os primeiros disparos feitos contra os pais da família?

Outro fato interessante é que todos os corpos foram, cuidadosamente, colocados de bruços antes de efetuar os disparos. Era como se eles todos estivem em um sono muito profundo, porém nenhum vestígio de drogas ou álcool foram encontrados nos corpos.

Certo de que seria preso, Ronald pediu aos seus amigos para inventarem um álibi, mas de nada adiantou. Pois, a arma do crime e outras diversas coisas que o culpavam foram achadas pela polícia e o rapaz levado a julgamento.

Diante do júri, Ronald confessou ter matado seus familiares. Segundo ele “Começou tudo muito rápido. Assim que comecei, não consegui parar. Foi tudo muito rápido”.

E, para complementar sua confissão, o rapaz adicionou uma coisa que deixou tudo envolto em muito mais mistérios: “Eu não matei a minha família, eles iam me matar. O que eu fiz foi em autodefesa e não há nada de errado com isso. Quando tenho uma arma na mão, não há dúvida nenhuma sobre quem eu sou. Eu sou Deus. Eu ouvi a mulher dizer”.

Mais mistérios sobre a Avenida Ocean 112

Quando tudo parecia resolvido, mais coisas começaram a surgir. Como, por exemplo, o fato de nenhum dos vizinhos ter ouvido o barulho da arma sendo disparada diversas vezes, em um período de 3 minutos.

Ao todo, 10 tiros foram executados por uma carabina extremamente barulhenta e nenhum dos vizinhos que alegou estar em casa naquela noite ouviu qualquer coisa. Diante disso, suspeitou-se que o jovem teria utilizado alguma coisa como silenciador.

Porém, esta teoria foi descartada depois de analisar os estragos feitos, bem como as manchas de sangue e um rigoroso teste na carabina utilizada por Ronald.

Enfim, o caso já estava envolto em muitos mistérios. Porém, as coisas não terminam por aí, ainda havia mais para acontecer naquela casa.

A verdade por trás do Terror em Amityville

Mesmo com um dos crimes mais sinistros da história tendo sido cometido ali, a residência logo foi vendida para a família Lutz, do casal George e Kathleen com seus 3 filhos, por uma bagatela.

Os Lutz afirmaram não estar incomodados com o que aconteceu na casa, mas por segurança, quando mudaram para lá, mandaram um padre antes para benzer o local (afinal, nunca se sabe).

E foi aí que as coisas começaram a tomar um rumo muito mais macabro: durante a benção, o padre afirmou ter ouvido uma voz feminina pedindo para que eles fossem embora e nunca mais voltassem ali.

O padre, sabe-se lá o motivo, não contou isso para a família, apenas aconselhou-os para que não utilizassem o quarto onde ele havia ouvido a estranha voz.

Mesmo com a benção, os Lutz só conseguiram viver lá por 28 dias e saíram alegando que muitas coisas bizarras estavam atormentando a todos eles, como gritos no meio da madrugada, sons de tiros e aparições de fantasmas.

Sem nenhuma família morando na residência, um grupo de investigadores paranormais passou uma semana lá e conseguiu fazer um surpreendente registro do fantasma de uma garotinha, espiando o fotógrafo.

A qual todas acreditam ser uma das irmãs de Ronald, que dormia e foi morta justamente da porta do quarto de onde foi fotografada (e também, de onde o padre disse ter ouvido a voz feminina sussurrando em seu ouvindo).

Porém, pode ser também a mesma “mulher” que deu as instruções para Ronald matar toda a sua família.


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